
Por Felipe Almeida
Velocidade, estratégia e precisão. Esses três elementos vêm ganhando força à medida que vemos o avanço da transformação digital nas organizações. Diante do atual cenário que exige a rápida adaptação dos negócios, estabelecer uma gestão em nuvem se tornou mais do que um diferencial, uma necessidade.
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Não, a computação em nuvem não é uma tecnologia nova, entretanto, há muito tempo pode ser considerada a espinha dorsal das infraestruturas modernas existentes atualmente. E, como não considerar utilizar um recurso que traz benefícios como escalabilidade e flexibilidade, redução de custos operacionais, acesso remoto e mobilidade, tomada de decisões baseadas em dados e, principalmente, segurança da informação?
Todos esses ganhos são o que o tornam tão atraente. Não à toa, segundo um levantamento feito pela Mordor Intelligence, o mercado de serviços de infraestrutura em nuvem deverá atingir, até 2029, US$ 106,78 bilhões. Além disso, de acordo com dados do Synergy Research Group, o Brasil está no top 5 do mundo com o maior crescimento de consumo de computação em nuvem.

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Vale destacar que, nos últimos anos, a gestão em nuvem também vem ganhando destaque devido a sua possibilidade de operar em três modelos que, embora se assemelhem, trazem diferenças. A versão pública conta com serviços compartilhados em ambientes de terceiros, e é uma opção mais econômica e escalável, ideal para empresas com foco em agilidade. Já a privada trata-se de uma infraestrutura voltada ao controle e personalização, no qual o ambiente é feito de personalizada.

Por fim, a híbrida combina as duas abordagens, possibilitando o equilíbrio entre custo, performance e segurança. Todavia, definir qual é o modelo ideal para a empresa depende exclusivamente de uma análise rigorosa dos processos, a fim de identificar qual o momento atual vivido pela organização para guiar a escolha. E, justamente nessa etapa é que pode se localizar um importante desafio a ser superado pelas companhias: a cultura organizacional.
Isso é, de nada adianta o desejo de estabelecer uma gestão em nuvem, sem que o time esteja alinhado em prol do mesmo propósito. Até porque, é a falta de direcionamento, resistência à mudança, falta de integração dos processos e capacitação interna que, muitas das vezes, traz a equivocada sensação de que a ferramenta não está atendendo, quando, na verdade, o time não está sabendo utilizá-la de forma correta e estratégica.
Deste modo, mais do que simplesmente ensinar a “apertar um botão”, a gestão em nuvem traz à tona importantes elementos que precisam ser estruturados internamente. Afinal, a tecnologia não se trata apena de uma ferramenta, mas um novo modo de pensar, operar e crescer.
Certamente, virar essa chave é um obstáculo, principalmente, em empresas que têm a mentalidade de “sempre foi assim”. Quanto a isso, contar com especialistas é uma importante estratégia, considerando que saberão direcionar desde a escolha de sistemas de gestão que possuem integração com o ambiente em cloud, até a definição de qual o modelo ideal para a empresa.
Levando em conta o avanço da transformação digital, é primordial que as empresas invistam no uso da nuvem, visto que é um importante auxiliador que irá permitir o direcionamento da equipe em ações estratégicas, enquanto todos os dados, informações e registros estão sendo protegidos por um ambiente seguro e de fácil acesso.
As organizações que entenderem o potencial desse recurso e aplicarem, desde hoje, sem dúvidas, estarão à frente no mercado de amanhã, bem-posicionadas e preparadas para o que há de vir. Até porque, para a tecnologia, o céu não é o limite, e as nuvens permitem chegar ao infinito.
Felipe Almeida é diretor comercial da ABC71.
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Redação tecflow
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