
O Brasil é o segundo país com o iPhone mais caro do mundo, ficando atrás apenas da Turquia, segundo um levantamento do Deutsche Bank que analisou os preços do iPhone 16 Pro com 128 GB de armazenamento em 41 países. No Brasil, o modelo custa aproximadamente US$ 1.835, enquanto na Turquia o valor ultrapassa US$ 2.180. Na outra ponta do ranking, a Coreia do Sul apresenta o menor preço, com o mesmo aparelho saindo por menos de US$ 1.100.
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A diferença de quase US$ 700 entre o Brasil e os países com preços mais baixos não se deve apenas aos impostos. Embora a carga tributária seja elevada — somando cerca de 40% com tributos federais, estaduais e taxa de importação —, há outros fatores estruturais que contribuem para o encarecimento do aparelho no país.
Entre os principais fatores estão o “Custo Brasil”, que envolve dificuldades logísticas, seguros obrigatórios no transporte de produtos de alto valor, margens de lucro de importadores e varejistas, além dos custos de marketing. Mesmo com a montagem local do iPhone na fábrica da Foxconn em Jundiaí, os componentes seguem sendo importados e sujeitos a impostos.

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A variação cambial também tem forte impacto no preço. O real tem se desvalorizado significativamente nos últimos anos em relação ao dólar e ao euro. Esse cenário de instabilidade leva empresas a manterem os preços elevados para se protegerem contra flutuações. Mesmo com a recente queda do dólar, a Apple não costuma reduzir seus preços no Brasil.

Especialistas apontam que uma possível solução seria a simplificação tributária, com a criação de um imposto único que substituísse os tributos federais, estaduais e sobre importação. Outra medida possível seria a concessão de isenções fiscais para smartphones, reconhecendo sua importância para o trabalho, a educação e a inclusão digital.
Sem mudanças estruturais e tributárias, os consumidores brasileiros continuarão pagando caro por produtos eletrônicos, mesmo aqueles montados em território nacional.
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Redação tecflow
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