

O ChatGPT, lançado em 2022 pela OpenAI, revolucionou o cenário global de inteligência artificial (IA). Isso porque o chatbot de conversação foi um dos pioneiros a performar com eficiência no segmento textual. Esse fato o deixou com uma elevada popularidade, inclusive entre os usuários menos habituados com tecnologia.
- Participe dos nossos canais no Twitter, Telegram ou Whatsapp!
- Confira nossos stories no Instagram e veja notícias como essa!
- Siga o tecflow no Spotify Podcast para ouvir nosso conteúdo!
- Anuncie conosco aqui ou apoie o tecflow clicando neste link
- Assine nossa newsletter neste link
- Siga o tecflow no tik tok
Nesse contexto, a Adapta, maior ecossistema de IA generativa do Brasil, estudou os índices de acessos mundiais às IAs durante o mês de agosto. Por método, foram selecionadas algumas das mais populares: ChatGPT, Google Gemini, DeepSeek, Claude e Perplexity. Os números são expressivos, sobretudo da liderança do ChatGPT, com 5,8 bilhões de acessos mundiais.
IAs mais acessadas
No contexto geral, os acessos em agosto, analisados pela Adapta, revelam que as concorrentes apresentaram índices quatro vezes menores que o líder. O Gemini, segundo colocado no ranking, por exemplo, alcançou no mesmo período 723 milhões de entradas. Esse quantitativo representa, aproximadamente, 12% do acumulado do primeiro lugar.
A terceira posição, preenchida pelo DeepSeek, amplia ainda mais a distância, com o aglomerado de 319 milhões. Apenas o quarto e o quinto colocados possuem desempenhos próximos, sendo, respectivamente, o Claude, com 148,4 milhões, e a startup Perplexity, com 148,2 milhões de acessos.

C6 Bank, XP Inc e PagBank abrem vagas em Cibersegurança:
Você está em busca de uma virada na sua carreira em 2026? O setor financeiro está fervendo e os maiores…
Conta de luz em risco? Entenda a guerra bilionária que
Um “puxadinho” na nova lei do setor elétrico colocou gigantes da energia e o Governo em pé de guerra. Entenda…
Oportunidade de ouro: IFSP libera 4.500 vagas em cursos de
Quer entrar no mercado de TI sem pagar nada? O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) acaba de abrir inscrições…
O fim do Windows? Google e Samsung unem forças e
Prepare o monitor: a nova atualização do Android 16 acaba de transformar seu celular em um computador completo. Entenda a…
Apple choca o mercado e lança MacBook Neo por preço
Em estratégia inédita para driblar a crise dos chips, gigante de Cupertino aposta em notebook “popular” com bateria de 16…
Samsung lança no Brasil tela 3D que dispensa óculos e
Nova tecnologia Spatial Signage transforma imagens comuns em experiências 3D realistas para revolucionar lojas e escritórios; conheça o display de…
A liderança da inteligência artificial da OpenAI também se sustenta na modalidade mobile, quando contabiliza 31,9% de dispositivos conectados. No entanto, a distância é menor. O Gemini, que mantém a segunda posição, responde por 23,3% de ativações. O DeepSeek vem na sequência, com 16,1%, seguido pelo Perplexity, com 16%, e pelo Claude, com 10,9%.
O que é uma inteligência artificial?
Embora o conceito tenha se popularizado nos últimos anos, essa vertente tecnológica possui um marco inicial histórico muito anterior. Na década de 1950, durante um evento científico, o cientista John McCarthy usou o termo “inteligência artificial” para explicar o surgimento de uma nova dimensão dos estudos da computação.
Naquela época, os esforços iam na direção de desenvolver máquinas capazes de simular habilidades humanas de raciocínio. Contudo, como explicado pelo pesquisador Christian Aranha, em sua coluna no MIT Technology Review, as iniciativas só alcançaram resultados positivos após a criação de ferramentas de processamento de informações e do Big Data.
Algoritmos e machine learning
Atualmente, a inteligência artificial, mais do que imitar o raciocínio de um ser humano, acessa um banco de dados e, em questão de milissegundos, interpreta e traduz as informações para os usuários, através dos comandos do chatbot. Cada IA pode atingir um nível diferente de uso, a depender do seu desenvolvimento e da sua intenção.
O ChatGPT e o Gemini são exemplos de IAs generativas que utilizam o algoritmo de deep learning e técnicas de machine learning. Com isso, suas redes neurais são submetidas a treinos e ajustes na identificação de padrões, solução de problemas e demais criações. Em funcionalidade, existem quatro tipos comuns de desenvolvimento de uma IA.
- Máquinas reativas: analisa uma extensa lista de dados e produz a saída mais inteligente, baseada em estatísticas. Um exemplo são os mecanismos de recomendações nos canais de streamings.
- Memória limitada: utiliza informações anteriores e atuais para traçar o curso de ação mais eficiente, como os encontrados em chatbots e assistentes virtuais.
- Teoria da mente: ainda retida na teoria, supõe níveis de excelência na imitação, compreensão e resposta aos sentimentos humanos.
- Autoconsciente: também teórica, seria o momento em que a IA desenvolveria intenções e sentimentos próprios.
Fato é que ainda existe um longo caminho de aprimoramento dessas ferramentas. E a curiosidade em torno da inteligência artificial se mantém latente. O estudo da Adapta revelou ainda que, no Brasil, a procura pelo tema cresceu nos últimos 12 meses. Entre os estados mais interessados, estão Distrito Federal, São Paulo, Acre, Santa Catarina e Paraíba.
Faça como os mais de 10.000 leitores do tecflow, clique no sino azul e tenha nossas notícias em primeira mão! Confira as melhores ofertas de celulares na loja parceira do tecflow.
Redação tecflow
Tecflow é um website focado em notícias sobre tecnologia com resenhas, artigos, tutoriais, podcasts, vídeos sobre tech, eletrônicos de consumo e mercado B2B.

