
O governo chinês deu um passo significativo em direção à autossuficiência tecnológica ao divulgar sua lista de fornecedores de hardware recomendados para empresas locais que trabalham com Inteligência Artificial (IA). O destaque da iniciativa, lançada nesta semana, é a notável exclusão da NVIDIA, gigante global e líder incontestável no setor de GPUs para IA.
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A lista, que inclui companhias domésticas como Cambricon e Huawei, visa estimular o desenvolvimento e o uso de hardwares criados no país. A medida reflete uma postura de privilégio à indústria local, que também excluiu a AMD e outras empresas estrangeiras.
Estratégia de autonomia tecnológica
Embora a lista não signifique o fim da presença da NVIDIA no mercado chinês, a intenção é clara: limitar o uso de hardwares estrangeiros a segmentos onde eles são estritamente necessários.
A nova lista de recomendações será distribuída para ministérios, empresas estatais e instituições públicas, fazendo parte de uma iniciativa maior do governo chinês que já vem sendo observada em outras áreas:
- CPUs: Autoridades já trabalham para privilegiar CPUs x86 fabricadas por empresas chinesas.
- Sistemas Operacionais: Companhias no país foram instruídas a substituir o Windows (Microsoft) por alternativas domésticas, fortalecendo sistemas como o HarmonyOS.
O desafio da dependência e os incentivos
Apesar do esforço, o governo chinês enfrenta o desafio de que os hardwares da NVIDIA continuam sendo os melhores do mercado para tarefas complexas de IA. Além disso, grande parte dos trabalhos de treinamento de modelos ainda depende do ecossistema proprietário CUDA, o que complica a migração para alternativas domésticas.

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No entanto, a China está determinada a superar essa dependência. Uma das táticas é o subsídio nos custos de energia elétrica para as indústrias criadas internamente. Este incentivo financeiro busca compensar as ineficiências dos hardwares produzidos no país e acelerar o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos de IA totalmente nacional.
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Redação tecflow
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