
Por Andrey Menegassi
Não é novidade, mas é sempre bom destacar: o contexto da importância dos dados no mundo corporativo mudou. Se antes, ferramentas como o data warehouse, um repositório que coleta dados de diversas fontes, eram consideradas a “bola da vez”, hoje, já não é mais assim. Afinal, estamos falando de uma era em que a agilidade, a eficiência e a segurança, bem como a obtenção da informação em tempo real, são pressões que fazem parte do dia a dia dos C-levels. Nesse sentido, utilizar ferramentas eficazes que apoiem essa jornada é fundamental.
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De acordo com o estudo “Transformações digitais no Brasil: insights sobre o nível de maturidade digital das empresas no país”, realizado pela McKinsey com 124 empresas de grande e médio porte em diversos setores, apenas 12% executam bem a prática de dados e analytics, além de 13% que já possuem uma mentalidade baseada em dados.
Ou seja, ainda enfrentamos um paradoxo. Muitas organizações mantêm, até hoje, um fluxo no qual cada área cria seus próprios indicadores, geram diversas fontes de dados e, na maioria das vezes, os armazenam em planilhas. É aquela velha história: além de gerar informações que acabam ficando desconexas, isso também contribui para a tomada de decisões baseadas em dados incorretos.
Diante desse cenário, que marcou o fim da era do data warehouse, surgiu uma evolução desse recurso, o data lake, repositório que armazena grandes volumes de dados, sejam eles estruturados, semiestruturados ou não estruturados. Mas, quais seriam os ganhos de unir essa tecnologia a um sistema altamente eficaz?

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Foi pensando nisso que a SAP, multinacional alemã, vem apostando na estratégia de gestão de dados e lançou, recentemente, o SAP Business Data Cloud (SAP BDC), uma solução SaaS que gerencia e unifica dados SAP e conecta-se, perfeitamente, a dados de terceiros, fornecendo aos líderes todo o contexto que precisam para tomar decisões assertivas.
A solução, que possui o conceito de data lake embarcado, também apoia a melhor governança, possibilitando análises e acesso a dados concretos dentro do Business Intelligence (BI), promovendo a criação de um “self service BI”. Isso acontece porque os dados, além de serem enriquecidos, também refletem corretamente o DNA da empresa. Cabe enfatizar que a ferramenta ainda conta com a Joule, IA da multinacional alemã, que já possui linguagem natural, permitindo maior transparência e fluidez durante o acesso do usuário.
No entanto, falar sobre o leque de melhores práticas que a solução agrega para a organização brilha os olhos, mas é preciso lembrar que nenhuma ferramenta consegue sanar todos os desafios sozinha. Isso é, de nada adianta ter um recurso altamente moderno que centraliza, unifica, fornece análises e previsões, entre tantos outros benefícios, sem que a base de dados esteja estruturada.
Atualmente, com a velocidade das coisas, detalhes importantes acerca da real compreensão do funcionamento da tecnologia são deixados de lado. O maior exemplo disso é a ascensão da Inteligência Artificial. Embora o seu hype tenha se dado, principalmente, com a sua versão em chatbot, essa ferramenta vai muito além. Por sua vez, como qualquer outro recurso, sua operação se dá por associação. Logo, se as informações estiverem incorretas, serão fornecidas análises imprecisas, levando a resultados insatisfatórios para a organização.
Diante disso, ter o apoio de uma consultoria especializada é sempre o melhor caminho. A equipe, além de atuar como apoio consultivo para o cliente, traz para a empresa o conceito do negócio com valor agregado, bem como estrutura o data fabric, apoia no preparo para o uso da IA e, ainda, reduz a complexidade e os custos, visto que o trabalho será executado de acordo com as especificações da empresa.
Conforme a transformação digital segue avançando, torna-se essencial que as empresas acompanhem esse movimento, principalmente no que concerne à união da gestão de dados junto à área de negócios. Isso é, já se foi o tempo em que o setor de TI era apenas responsável por atender chamados. A área se tornou uma peça fundamental. Afinal, para garantir resultados no futuro, é preciso conhecer as informações hoje.
Andrey Menegassi é Partner da SolvePlan.
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Redação tecflow
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