cibersegurança em 2020

A proteção conta ataques cibernéticos e violações de dados tornou-se um dos principais assuntos relacionados a segurança em 2019. No mês passado, a Índia confirmou um ataque hacker a uma usina nuclear, e um banco de dados com informações de mais de 20 milhões de cidadãos equatorianos foi divulgado na internet.


De acordo com Glaucia Faria Young, diretora de engenharia de software da Microsoft, a empresa investe quase US$ 1 bilhão anualmente para combater crimes cibernéticos e analisa mais de 8,2 tilhões de sinais diariamente para proteger dispositivos, e-mails e softwares ao redor do mundo. Em evento realizado nesta quarta-feira (11/12), a executiva compartilhou cinco entre as principais tendências que devem moldar a questão da cibersegurança em 2020.

Adversários usarão a Inteligência Artificial (IA) para desenvolver malwares cada vez mais destrutivos


O desenvolvimento de tecnologias como a IA também pode ser um prato cheio para invasores. De acordo com Glaucia, será cada vez mais comum o uso de machine learning para tornar ataques cibernéticos mais resistentes e indetectáveis.

A proteção das cadeias de suprimentos deve a acelerar a colaboração da indústria


O invasores já estão procurando falhas de segurança à medida que novas tecnologias surgem no mercado. Por isso, é fundamental a indústria de tecnologia adotar soluções integradas nos dispositivos, como autenticação de múltiplos fatores e biometria. “Estamos ajudando a indústria a adotar medidas mais complexas de segurança, a fim de impedir ataques cibernéticos”, afirma Glaucia Young.

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A nuvem pública se tornará um imperativo de segurança

Segundo a executiva da Microsoft, é importante os departamentos de tecnologia da informação fornecerem aos usuários as melhores práticas de segurança para tornar as empresas mais produtivas. Isso inclui o uso de nuvens públicas, que podem ser acessadas por meio da internet e permitem a economia com gastos de compra e gerenciamento de informações dentro das organizações.

Ascensão da confiança baseada em identidade (a morte das senhas)

Contas e identidades mal protegidas são algumas das principais causas de invasões por hackers. Para Glaucia, será cada vez mais necessário o uso de reconhecimento facial e por biometria, medidas que podem reduzir em 99,9% as chances de invasões e roubo de dados.

Maior atividade do estado + interrupções políticas e sociais

Malwares e ataques phishig também são usados como recursos para atacar adversários políticos e sociais, segundo a diretora da Microsoft. Para ela, muitas plataformas e mídias sociais ainda são a principal fonte de desinformação. Por isso, a empresa tem desenvolvido campanhas para ajudar outras nações contra ataques maliciosos, incentivando a colaboração global e o uso de tecnologias avançadas.

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