
Com o bitcoin se aproximando da marca de US$ 97 mil, o entusiasmo com uma possível “altseason” — período de forte valorização das altcoins — voltou a contagiar os investidores de criptoativos. E há bons motivos para isso.
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Segundo análise da plataforma Santiment, os recentes ganhos do BTC podem ter estimulado uma redistribuição de lucros para moedas alternativas. O índice TOTAL2, que mede o valor de mercado de todas as criptomoedas, exceto bitcoin e stablecoins, saltou quase 25% desde as mínimas de 2025 — sendo 10% apenas na última semana, superando o crescimento do próprio BTC, que foi de 7%.
Além disso, o Índice de Medo e Ganância do mercado cripto retornou à zona de “ganância” após semanas de instabilidade econômica global, impulsionando o apetite ao risco dos traders.
Três fatores-chave para ficar de olho
- Queda na dominância do BTC
Historicamente, uma altseason começa quando a dominância do bitcoin (BTC.D) atinge um pico e começa a cair. Apesar de estar ainda acima de 64%, há expectativa de desaceleração gradual, diferente dos ciclos anteriores (em 2017, caiu de 85% para 35%; em 2021, de 70% para 40%). - Fragmentação de narrativas e excesso de tokens
Com mais de 14 milhões de criptomoedas listadas, o mercado de 2025 apresenta alta diluição de liquidez. Isso leva a ralis curtos e setoriais, dificultando a identificação de tendências consistentes, como as vistas em ciclos anteriores. - Pressão institucional por ETFs
Empresas como BlackRock e Fidelity estão entre as gigantes que pressionam a SEC por aprovação de ETFs de altcoins. Hoje, há pelo menos oito propostas em análise, incluindo produtos atrelados a Cardano (ADA), Solana (SOL), Dogecoin (DOGE), Polkadot (DOT), Avalanche (AVAX) e Litecoin (LTC). Analistas da Bloomberg apontam 75% de chance de aprovação entre julho e dezembro deste ano.

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Quais narrativas devem guiar o próximo ciclo?
Com o mercado cada vez mais fragmentado, narrativas sólidas se tornam essenciais para identificar oportunidades. Veja os temas com maior potencial para este ciclo:
1. Inteligência Artificial e Agentes Autônomos
Projetos que unem blockchain e IA estão em ascensão, com previsão de mais de 1 milhão de agentes de IA operando em blockchain até o fim de 2025. Eles automatizam operações como trading, criação de liquidez e gestão de portfólios.
2. Tokenização de Ativos Reais (RWA)
A tokenização de imóveis, títulos e commodities transforma ativos do mundo real em criptoativos. Plataformas como Ondo Finance e Centrifuge lideram esse movimento. Estima-se que o mercado de RWA tokenizados já valha US$ 54,82 bilhões.
3. DePIN (Redes Descentralizadas de Infraestrutura Física)
DePINs permitem que usuários contribuam com recursos como energia, conexão de internet e espaço de armazenamento em troca de tokens. Projetos como Helium (HNT) e Akash Network (AKT) desafiam grandes corporações ao oferecer alternativas descentralizadas a serviços de IoT e nuvem.
4. Finanças Descentralizadas (DeFi)
O setor DeFi continua em expansão, agora com maior integração a IA e RWA. Plataformas evoluem para oferecer produtos mais intuitivos, acessíveis e escaláveis, consolidando-se como a espinha dorsal da descentralização financeira.
A altseason ainda não é garantida, mas os sinais — do crescimento do TOTAL2 ao retorno da ganância — indicam que vale a pena ficar atento. Mais do que nunca, o investidor precisa acompanhar a dominância do BTC, os movimentos institucionais e as narrativas tecnológicas para aproveitar o potencial do mercado e evitar armadilhas.
Estude, diversifique e prepare-se: os próximos meses podem marcar uma virada importante no ecossistema cripto.
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Redação tecflow
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