Bitcoin pode atingir até US$ 375 mil: rompimento de US$ 108.500 pode desencadear nova onda de alta histórica

O Bitcoin (BTC) está prestes a enfrentar um momento crucial. A criptomoeda opera próxima à região de resistência crítica em US$ 108.500, e analistas afirmam que um rompimento claro acima desse patamar pode acionar uma forte valorização. A expectativa é que o BTC entre na chamada Onda 3, movimento descrito pela Teoria de Elliott que costuma representar o ciclo mais expressivo de alta dentro de uma tendência.

De acordo com o analista conhecido como BigMike7335, caso o Bitcoin transforme esse nível técnico em suporte, o ativo pode iniciar uma escalada rumo a novos recordes históricos, com alvos entre US$ 160.000 e US$ 200.000. Essa possível disparada seria sustentada por fundamentos técnicos como a retomada do Índice de Força Relativa (RSI) e a configuração atual de consolidação, que sugere força acumulada para um novo impulso.

Fibonacci aponta zonas de atenção antes da máxima

O estudo também considera as Extensões de Fibonacci, que indicam resistências intermediárias em torno de US$ 117.795 e US$ 137.421. Nesses níveis, o movimento de alta pode desacelerar momentaneamente, mas sem impedir uma trajetória mais longa e expressiva de valorização.

Outro ponto destacado por BigMike é a posição do BTC em relação ao perfil de volume negociado: um rompimento acima de US$ 108.500 colocaria o ativo além de um nó importante de volume, o que pode representar menos obstáculos e um potencial ainda maior de valorização.

Alta do BTC pode adiar a temporada das altcoins

A análise técnica sugere ainda que, com a chegada da Onda 3, a dominância do Bitcoin (BTC.D) deve atingir aproximadamente 70%. Isso significa que grande parte do capital do mercado cripto pode migrar para o BTC, reduzindo temporariamente a atratividade das altcoins. Em ciclos anteriores, esse movimento se repetiu, levando a um atraso na chamada “temporada das altcoins”.

Sinal raro de ciclo histórico reaparece

Outro especialista, conhecido como TechDave, trouxe à tona um indicador técnico que chamou de “sinal de lançamento”, visto apenas quatro vezes na história do Bitcoin — e sempre seguido por altas significativas. O padrão foi identificado anteriormente em outubro de 2012, julho de 2016 e julho de 2020, todos momentos que precederam picos de ciclo.

Agora, o mesmo sinal ressurge neste mês de julho de 2025, e com ele a projeção de TechDave: um topo de ciclo em torno de US$ 375.000. Historicamente, esse tipo de sinal marca o início de movimentos exponenciais que se estendem por vários meses, culminando em novas máximas históricas.

Se o Bitcoin conseguir romper de maneira decisiva a barreira dos US$ 108.500, poderá desencadear um novo ciclo de alta com potencial para multiplicar o preço atual. Com indicadores técnicos e padrões históricos reforçando essa possibilidade, o mercado observa com atenção. Ao mesmo tempo, a movimentação pode concentrar ainda mais recursos no BTC e adiar ganhos expressivos em outras criptomoedas. O cenário, embora ainda incerto, desenha uma possível nova era de valorização para o ativo digital mais negociado do mundo.

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Redação tecflow

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