
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou que 22 distribuidoras de energia em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul mantenham planos de contingência atualizados para enfrentar possíveis emergências climáticas previstas para os próximos dias.
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Segundo a agência, a medida tem como objetivo mobilizar a infraestrutura necessária e reduzir riscos de interrupção no fornecimento de energia elétrica. Os planos devem prever a ampliação de equipes treinadas, além de procedimentos de comunicação direta com órgãos como Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, a fim de garantir respostas mais rápidas em caso de desastres naturais.
O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, destacou que o Brasil tem enfrentado, nos últimos anos, eventos climáticos cada vez mais extremos, o que coloca em xeque a resiliência do sistema elétrico nacional. Caso as distribuidoras e permissionárias descumpram a determinação, poderão ser alvo de fiscalização e até de sanções.

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Além da questão climática, a Aneel também incluiu na pauta da reunião desta terça-feira, 29, um processo que trata dos efeitos do leilão dos passivos do risco hidrológico (GSF), marcado para o dia 1º de agosto. O certame pretende permitir que Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) negociem dívidas no Mercado de Curto Prazo, que somam cerca de R$ 1,1 bilhão, em troca da desistência de ações judiciais.
As grandes hidrelétricas, por sua vez, poderão adquirir esses títulos e convertê-los em extensões de concessões de usinas. Para a advogada especializada em energia Elise Calixto, do FAS Advogados, a deliberação da Aneel é “digna de reconhecimento e decisiva para conferir segurança jurídica aos agentes interessados no certame”.
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Redação tecflow
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