
A Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia foi escolhida pela USP para liderar o plano estratégico e de governança do Parque Científico e Tecnológico da ESALQ/USP, em Piracicaba (SP). O projeto, que adota o modelo da hélice quíntupla de inovação, pretende transformar a escola referência em agronomia em um dos maiores ecossistemas de inovação aplicada ao agro, alimentos e meio ambiente no Brasil.
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Mais do que infraestrutura, o Esalq Science Park nasce com o objetivo de ser o polo nacional de transferência de conhecimento científico para a sociedade, estimulando deep techs, inovação corporativa e empreendedorismo de base científica. Para isso, a Fundação já articula parcerias estratégicas com universidades, empresas, governo e organizações da sociedade civil, além de realizar benchmarking com parques internacionais, como Illinois, Iowa e Purdue, nos Estados Unidos.
Nesta entrevista exclusiva ao tecflow, conversamos com Dr. Elvis Fusco, superintendente executivo da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, sobre os diferenciais do projeto, os desafios e a forma como o Parque buscará gerar impacto real em sustentabilidade, inovação tecnológica e segurança alimentar, pontos centrais para o futuro dos sistemas agroalimentares no Brasil e no mundo.

tecflow: Quais são os principais diferenciais do modelo de Parque Científico e Tecnológico que está sendo desenvolvido na ESALQ/USP, especialmente em comparação aos parques tecnológicos tradicionais?
Dr. Elvis Fusco, superintendente executivo da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia: O Parque Científico e Tecnológico da Esalq está sendo concebido para ser o ecossistema de inovação de maior referência no Brasil na transferência do conhecimento científico aplicado para a sociedade por meio da exploração de propriedade intelectual, inovação corporativa e empreendedorismo de base científica, as deep techs.
tecflow: Como a Fundação Shunji Nishimura está estruturando o plano estratégico e de governança do Parque? Há alguma inspiração internacional que esteja servindo como base para o projeto?
Dr. Elvis Fusco: Criamos um squad com consultores da Fundação e representantes da Esalq, Fealq e da Agência USP de Inovação, são estruturados workshops com essa equipe de especialistas que está desenvolvendo a base conceitual para o ambiente a ser criado. Estamos fazendo benchamarking e visitas técnicas internacionais como, por exemplo, nos Parques Científicos de Illinois, Iowa e Purdue nos Estados Unidos.

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tecflow: De que forma a hélice quíntupla de inovação será aplicada na prática dentro do ecossistema do Esalq Science Park, e quais atores já estão engajados nesse processo?
Dr. Elvis Fusco: O alinhamento de propósito e a articulação entre os atores que representam o governo, a universidades, as empresas e as organizações da sociedade civil serão a base de atuação do Parque com foco no desenvolvimento tecnológico e no empreendedorismo de base científica nas áreas do agro, alimentos e meio ambiente, completando o conceito da hélice quíntupla de inovação.
tecflow: Quais setores ou perfis de empresas e pesquisadores o Parque pretende atrair inicialmente, e como será feita essa articulação com o mercado nacional e internacional?
Dr. Elvis Fusco: O foco do Parque é na pesquisa aplicada e em projetos de inovação que contemple os atores da hélice quádrupla. A partir das expertises científicas e tecnológicas da Esalq, o Parque pretende ampliar a articulação dos pesquisadores e seus projetos com as demandas do mercado nas áreas de atuação do Parque, incluindo também demandas internacionais e parcerias de cooperação com ecossistemas no mundo.
tecflow: Como o projeto pretende gerar impacto concreto nos grandes desafios dos sistemas agroalimentares, como sustentabilidade, inovação tecnológica e segurança alimentar?
Dr. Elvis Fusco: Por meio do direcionamento das pesquisas e serviços tecnológicos gerados a partir da conexão do Parque com os principais players nacionais e internacionais nas áreas de vocação da Esalq.
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Redação tecflow
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