
Por Renan Caixeiro, cofundador do Reportei
Voltar de uma imersão no ecossistema global de tecnologia me trouxe a sensação de que a urgência em adotar inteligência artificial (IA) não é apenas real, é existencial. O clima nas principais discussões do setor é de reinvenção total: fórmulas consagradas já estão em ruínas, e os modelos de negócio que ignorarem essa virada tecnológica correm risco iminente de extinção.
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A IA não é mais uma promessa. Ela já está transformando profundamente áreas como suporte técnico e desenvolvimento de código, com impacto direto na substituição de funções humanas. As próximas vítimas são SDRs e BDRs. E, ao contrário do que muitos pensam, essa mudança não está restrita às big techs. Ela atinge com força total os serviços da chamada economia criativa (marketing, design, conteúdo, audiovisual e consultorias).
Se em 2023 ainda havia espaço para testes de laboratório, 2025 é o ano do “AI-first”, com a inteligência artificial no centro das operações. Não é mais suficiente “entender o que a IA pode fazer”. É hora de redesenhar processos e revisar cada etapa de um fluxo de trabalho com uma pergunta: por que isso ainda não foi automatizado?
Nesse cenário, times pequenos ganham superpoderes. Com as ferramentas certas e a capacitação contínua, é possível alcançar níveis de escala e personalização antes restritos a grandes empresas. Clientes, por sua vez, já começaram a exigir entregas mais rápidas, baratas e sob medida e vão buscar fornecedores que saibam operar com esse novo padrão.

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O que muda na prática
O que se vê com cada vez mais clareza no mercado é que os playbooks de 2022 ou 2023 já não servem mais. Os sistemas que funcionavam até meados de 2024 estão mostrando rachaduras. O que está emergindo são abordagens radicalmente novas, personalizadas por estágio, nicho e modelo de negócio. A pergunta que todo gestor de software, produto ou serviços deveria se fazer agora é: “meus processos estão prontos para o futuro ou ainda estou operando com scripts obsoletos?”

A automação de tarefas repetitivas e a redefinição de KPIs de eficiência devem se tornar prioridades. A adoção estratégica da IA não pode mais ser um projeto paralelo. É uma condição de sobrevivência. Estamos, de fato, próximos de um cenário onde frases como “pare de contratar humanos para o que eles não querem fazer” deixam de ser provocação e se tornam política operacional.
Quem se move primeiro não só sobrevive. Lidera.
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Redação tecflow
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