
A Leega, empresa brasileira de consultoria e outsourcing em tecnologia com mais de 20 anos de experiência em transformação digital, inteligência artificial, data analytics, cloud e desenvolvimento de aplicações, reforça a urgência de que as empresas brasileiras iniciem imediatamente a migração para o sistema de gestão empresarial S/4HANA. Com o suporte ao SAP ECC chegando ao fim em 2027, restam pouco mais de dois anos para que as organizações concluam uma das maiores transformações de ERP já vistas no mercado corporativo. Segundo o Gartner, até março de 2025, apenas 39% dos clientes da multinacional alemã haviam adquirido licenças ou migrar para a última geração do ERP.
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De acordo com Rogério Escudero, head de SAP da Leega, esse é um processo lento e que não pode ser adiado. “Estamos diante de um cenário em que a reforma tributária, o movimento de globalização das empresas brasileiras e a chegada da inteligência artificial aumentam a complexidade dos sistemas de gestão. O S/4HANA não é apenas uma atualização tecnológica, mas um divisor de águas para a competitividade”, explica.
O S/4HANA substitui o ECC e opera com tecnologia de banco de dados em memória para oferecer maior desempenho, escalabilidade e integração com soluções de inteligência artificial. Além disso, a SAP concentra no S/4 todas as inovações futuras em automação, data analytics e compliance, o que significa que empresas que permanecerem no ECC perderão acesso a melhorias competitivas disponibilizadas pela SAP.

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“Estamos falando de projetos que podem envolver milhares de dólares, redesenho de processos e decisões críticas sobre extensibilidade para preservar o clean core. Não é um trabalho que possa ser feito às pressas em 2027. Quanto antes as empresas iniciarem, mais estruturada será a transição e menores serão os custos da migração”, alerta Escudero.
A complexidade do sistema tributário brasileiro é uma das principais preocupações apontadas pelo especialista. Com a reforma em andamento, as empresas precisarão contar com um ERP flexível, capaz de se adaptar rapidamente às novas regras fiscais. “Quem deixar a migração para a última hora pode enfrentar riscos de não conformidade, atrasos em entregas legais e impacto direto nos resultados financeiros”, acrescenta.
Para Escudero, a transformação também deve ser vista como oportunidade. A SAP lançou recentemente o Business Data Cloud, plataforma que reúne parcerias com gigantes como Google, Microsoft, Databricks e NVIDIA. “Com ela, dados do ERP podem ser tratados como produtos e consumidos de forma inteligente, fortalecendo a governança, a tomada de decisão e o uso de agentes de IA para geração de insights.”
Nesse processo, a Leega atua em parceria com a Seidor, responsável pela migração do ECC para o S/4HANA, e com a Tachyonix, que simplifica o desenvolvimento de aplicações específicas por solução low-code, que reduz até 60% o tempo de entrega nas extensões baseadas em SAP Fiori. “Essa tríade garante ao cliente uma jornada completa, que inclui migração robusta, desenvolvimento ágil e gestão inteligente dos dados”, explica o executivo.
Entre as recomendações práticas para empresas brasileiras, Escudero destaca cinco pontos principais:
1. Iniciar imediatamente o planejamento da migração para evitar gargalos próximos ao prazo final;
2.Escolher a nuvem adequada (AWS, Google ou Azure) de acordo com a estratégia de negócios;
3. Priorizar processos críticos e identificar módulos que impactam diretamente o compliance fiscal e regulatório;
4. Adotar o conceito de clean core, para preservar o núcleo do sistema e criar extensões inteligentes usando o SAP Fiori;
Explorar recursos de IA e data analytics embarcados para transformar dados em valor de negócio.
De acordo com Escudero, o SAP S/4HANA deve ser encarado como plataforma de inovação, e não apenas como obrigação contratual. “As empresas que migraram ou migrarem mais cedo terão vantagem competitiva, eficiência operacional e capacidade de resposta muito maior diante das mudanças do mercado”, conclui.
Mais informações sobre a Leega estão disponíveis no site oficial da empresa.
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Redação tecflow
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