
Um novo relatório divulgado por grupos de defesa da segurança infantil e revisado por pesquisadores da Universidade Northeastern indica que grande parte dos recursos de proteção a adolescentes no Instagram não funciona como prometido pela Meta.
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Segundo o estudo, apenas 8 dos 47 recursos de segurança testados se mostraram totalmente eficazes. Os demais foram classificados como falhos, desativados ou substancialmente ineficazes.
Recursos falhos e preocupações
Entre as falhas apontadas estão:
- Filtros de mensagens anti-bullying que não bloquearam termos ofensivos já usados pela própria Meta em campanhas de divulgação;
- Ferramentas de bloqueio de termos relacionados a automutilação e transtornos alimentares, facilmente burladas por pequenas alterações de escrita;
- Funções para redirecionar adolescentes que consumiam conteúdos nocivos, que não chegaram a ser ativadas nos testes.

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O relatório, intitulado “Teen Accounts, Broken Promises” (“Contas de adolescentes, promessas quebradas”), reúne atualizações anunciadas pela empresa ao longo de mais de uma década e foi elaborado por organizações como a Molly Rose Foundation, do Reino Unido, e o Parents for Safe Online Spaces, dos EUA – ambas fundadas por pais que perderam filhos em casos relacionados a cyberbullying e automutilação.
Meta contesta relatório
A Meta contestou as conclusões do estudo, classificando-as como “enganosas e perigosas”. Em nota, o porta-voz Andy Stone afirmou que a empresa já realizou mudanças importantes nos recursos de segurança, resultando em:
- Menor exposição a conteúdos sensíveis;
- Redução de contatos indesejados;
- Diminuição no tempo de uso noturno da plataforma.
“Esse relatório deturpa nossos esforços para empoderar pais e proteger adolescentes. Continuaremos aprimorando nossas ferramentas e damos boas-vindas a críticas construtivas, mas este documento não representa a realidade”, disse Stone.
Documentos internos confirmam falhas
Documentos internos da Meta revisados pela Reuters mostram que a própria empresa tinha ciência de falhas graves em sistemas de detecção de conteúdos de automutilação e transtornos alimentares. Em alguns casos, os filtros não eram atualizados a tempo para bloquear buscas usadas por predadores infantis.
O ex-executivo de segurança da Meta, Arturo Bejar, que trabalhou na empresa até 2021, afirmou que “boas ideias de segurança acabavam sendo diluídas em recursos ineficazes por decisões da gestão”.
Pressão regulatória cresce
A publicação do relatório aumenta a pressão sobre a Meta em meio a investigações de senadores dos EUA sobre a exposição de crianças a riscos em suas plataformas, incluindo relatos de que chatbots da empresa poderiam manter conversas de caráter romântico com menores.
Na tentativa de recuperar a confiança, a Meta anunciou nesta quinta-feira (25) a expansão das contas especiais para adolescentes no Facebook em escala internacional e novas parcerias com escolas de ensino fundamental e médio.
“Queremos que os pais se sintam seguros em relação ao uso de redes sociais por seus filhos”, declarou Adam Mosseri, chefe do Instagram.
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Redação tecflow
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