
*Por Stephanie Peart, Head da Leapfone
A pressão por reduzir custos de TI enquanto se mantém a competitividade e a agilidade operacional tem levado grandes empresas a repensarem seus modelos de investimento tecnológico. Durante anos, a compra de ativos foi a estratégia predominante para o suporte das equipes móveis. Porém, o modelo baseado em CAPEX já não acompanha a velocidade das transformações digitais nem oferece a flexibilidade que os negócios exigem. Em um mercado que demanda previsibilidade financeira, modernização constante e escalabilidade, a assinatura de smartphones corporativos surge como alternativa estratégica.
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O modelo tradicional de aquisição implica altos desembolsos iniciais, depreciação acelerada dos dispositivos e custos adicionais com manutenção, atualização e logística. Cada ciclo de renovação representa uma operação complexa, que consome tempo das equipes de TI e de compras, além de imobilizar capital que poderia ser direcionado a outras prioridades. A gestão desses ativos se torna ainda mais desafiadora em empresas com operações distribuídas, grande volume de colaboradores e necessidade de mobilidade constante.
Ao migrar para a assinatura de smartphones corporativos, as organizações substituem grandes investimentos pontuais por pagamentos mensais previsíveis. A mudança para OPEX transforma a telefonia corporativa em um serviço flexível, que inclui renovação periódica de aparelhos, proteção contra avarias e furtos, suporte técnico e logística integrada para entrega e recolhimento dos dispositivos. Além de reduzir o TCO (Total Cost of Ownership), esse modelo simplifica processos, otimiza o tempo das equipes responsáveis e garante que os aparelhos estejam sempre atualizados e alinhados às demandas de segurança da informação.

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Do ponto de vista financeiro, a migração de CAPEX para OPEX em TI representa mais do que economia: é uma forma de ganhar fôlego para investir no que realmente agrega valor estratégico. Com despesas previsíveis, as empresas conseguem planejar expansões, responder a sazonalidades e adaptar-se rapidamente a mudanças organizacionais sem comprometer o fluxo de caixa. Essa previsibilidade, combinada à redução de riscos associados à obsolescência tecnológica, fortalece a tomada de decisão de CIOs e CFOs que buscam eficiência e escalabilidade.
Além dos ganhos operacionais e financeiros, a assinatura de smartphones corporativos contribui para metas de sustentabilidade ao promover a economia circular e reduzir o descarte de eletrônicos. Empresas que adotam esse modelo não apenas tornam sua mobilidade corporativa mais eficiente, como também alinham suas operações a práticas ESG, fator cada vez mais relevante para investidores e stakeholders. Migrar de CAPEX para OPEX nesse contexto é mais do que uma mudança contábil: é uma decisão que combina modernização, segurança e responsabilidade.
*Stephanie Peart é Head da Leapfone, primeira startup brasileira a oferecer celulares por assinatura, sendo pioneira no país no modelo Phone as a Service.
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Redação tecflow
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