Custos e suporte lento impulsionam clientes Oracle Database à diversificação

Suporte independente oferece economia e qualidade premium, liberando recursos para iniciativas cruciais de IA/ML e LLM.

A Rimini Street (Nasdaq: RMNI), líder em suporte independente para softwares Oracle, SAP e VMware e provedora global de soluções de inovação de ERP com IA Agêntica, divulgou os resultados de uma pesquisa global que ilumina as tensões e as mudanças estratégicas dos clientes de Oracle Database. O estudo, intitulado ‘Estratégias de Suporte e Banco de Dados 2025: a Revolução da Diversificação e Descentralização’, foi conduzido pela Unisphere Research e ouviu mais de 200 gerentes e especialistas de Oracle Database.

Desafios no suporte e licenciamento levam à busca por alternativas

Os insights do estudo apontam que os clientes do Oracle Database enfrentam frustrações significativas relacionadas a custo, qualidade e responsividade do suporte da fornecedora original. Foi constatado que 63% dos respondentes mencionam altos custos de suporte como um problema significativo, enquanto 69% consideram o licenciamento da Oracle complexo demais. A lentidão na solução de problemas é outro ponto crítico: 87% indicaram que a lentidão na resolução de problemas é problemática. A insatisfação se agrava ao considerar que apenas 16% dos entrevistados afirmam que o engenheiro de suporte inicial da Oracle é muito qualificado, fazendo com que alguns cheguem a dizer que “sempre precisam escalar para um engenheiro mais qualificado” para receber a atenção necessária. Além disso, 62% dos respondentes afirmam ser impactados por problemas de performance de banco de dados mensalmente ou mais frequentemente.

Suporte independente ganha força para redução de custos e resolução rápida

Em resposta a esses desafios, a pesquisa revela uma adoção crescente do suporte independente como alternativa estratégica. Atualmente, 25% afirmam que estão atualmente usando um parceiro de suporte, com 30% considerando essa opção. Essa movimentação visa a redução imediata de custos e a resolução mais eficiente de problemas críticos, permitindo que as equipes de TI se concentrem em inovação.

Rodney Kenyon, VP sênior e gerente de soluções de suporte na Rimini Street, enfatiza a necessidade de estabilidade e expertise: “As organizações que utilizam o Oracle Database dependem da estabilidade do sistema, da velocidade e de uma expertise de suporte em que podem confiar”. Ele acrescenta que, “Com a Rimini Street, além da redução do custo de suporte, clientes como a Hyundai veem em primeira mão como nosso modelo de suporte proativo resolve problemas críticos rapidamente, otimiza o desempenho e redireciona o foco das equipes para inovação e crescimento.”

No contexto nacional, Manoel Braz, VP da Rimini Street no Brasil, alinha-se aos achados globais: “Os resultados da pesquisa reforçam o que vemos diariamente no Brasil: as empresas que dependem do Oracle Database enfrentam custos elevados, suporte lento e dificuldade para avançar em iniciativas essenciais como IA e automação. Uma vez que grande parte dos entrevistados relatam problemas de resolução demorada de chamados e mais da metade já busca maior integração com frameworks de IA/ML, fica claro que o modelo tradicional das fabricantes não acompanha as urgências e necessidades do negócio”.

A expansão estratégica além da Oracle para acelerar a inovação em IA

A necessidade de maior integração com a Inteligência Artificial está remodelando as estratégias de banco de dados. Um percentual significativo de 52% dos gerentes de Oracle desejam que seus bancos de dados integrem-se de forma mais próxima a frameworks de IA/ML existentes, e 52% dos respondentes relatam que não há pessoas qualificadas suficientes para gerenciar iniciativas de IA/ML.

Como consequência dos altos custos e da busca por integração, 77% dos entrevistados afirmam que implementaram novas aplicações ou conjuntos de dados em bancos de dados que não são da Oracle nos últimos 36 meses. A diversificação é clara, com o uso de SQL Server (59%), MYSQL (45%), PostgreSQL (40%) e Amazon RDS (28%) juntamente com o Oracle. Essa expansão se deve, principalmente, aos altos custos, citados por 58% como motivo para buscar alternativas.

Robert Freeman, Diretor Sênior e Principal Arquiteto de Banco de Dados da Rimini Street, comenta o cenário de inovação: “As organizações estão correndo para utilizar modelos de Machine Learning para impulsionar a automação inteligente, e é possível fazer isso sem incorrer em custos, riscos ou interrupções desnecessárias para os negócios”. Ele conclui afirmando que a Rimini Street “ajuda os clientes a maximizar o potencial de seus investimentos em banco de dados e acelerar a inovação em IA com maior liberdade, agilidade e controle.”

A pesquisa completa pode ser acessada através de ‘2025 Database Strategies and Support Survey – The Diversification and Decentralization Revolution’.

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Redação tecflow

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