
A migração para a nuvem deixou de ser uma opção tecnológica e passou a compor o centro das estratégias de modernização das empresas. O movimento acompanha uma tendência global: se tornará uma necessidade para a maioria das organizações globalmente até 2028. No entanto, a consultoria Gartner prevê que 25% das empresas terão experimentado insatisfação devido a expectativas irrealistas, implementação abaixo do ideal e custos descontrolados. Esses erros na implantação, na avaliação de Mara Paschoaleto, diretora de vendas SAP Cloud ERP da SEIDOR, podem e devem ser evitados agora, em 2026. Para se manterem competitivas, as empresas precisam de uma estratégia de nuvem bem desenhada e planejamento de execução eficaz. “Dessa forma é possível reduzir ou até mesmo eliminar falhas e registrar satisfação, resultados positivos em curto prazo”, explica.
No Brasil, esse cenário é ainda mais urgente. As mudanças regulatórias, como a Reforma Tributária, aliadas à pressão por eficiência operacional e redução de custos ampliaram a necessidade de sistemas mais flexíveis, atualizados e seguros, colocando assim a adoção de soluções em nuvem como prioridade nas agendas executivas para o próximo ano. A seguir, a equipe da SEIDOR, principal parceira SAP no país, listou dez fatores que hoje influenciam diretamente a decisão e os resultados da migração para o SAP ERP Cloud.
1. Transformação digital mais rápida
Empresas precisam operar com mais agilidade, integração e capacidade de adaptação, além de entregas de processos mais inteligentes e automatizados.
2. Inovações concentradas no ambiente cloud
A SAP tem direcionado suas maiores evoluções para a nuvem. Muitas melhorias chegam primeiro e às vezes exclusivamente ao SAP Cloud ERP.
3. Atendimento imediato às novas exigências fiscais
A Reforma Tributária pede sistemas preparados para mudanças constantes. No ambiente cloud, atualizações fiscais são mais rápidas, seguras e com menor impacto no negócio.
4. Escalabilidade sob demanda
A nuvem permite ajustar capacidade conforme o crescimento da empresa, sem necessidade de projetos longos ou novos investimentos em infraestrutura.
5. Redução estrutural de custos
O modelo cloud otimiza despesas ao eliminar custos de manutenção local e permitir modelos de pagamento por uso trazendo previsibilidade financeira e governança.
6. Operação remota integrada
Processos e equipes conseguem trabalhar de qualquer lugar, mantendo produtividade, colaboração e segurança.
7. Segurança reforçada
Ambientes em nuvem possuem camadas adicionais de proteção, monitoramento contínuo e padrões mais altos de compliance.
8. Atualizações contínuas
A empresa permanece em evolução permanente, sem necessidade de projetos específicos, caros e complexos para atualizar o ERP.
9. Melhoria de governança e gestão financeira da TI
Modelos FinOps permitem planejar, medir e controlar custos e uso de recursos, agregando valor ao planejamento estratégico.
10. Preparação para o futuro do negócio
Empresas que migram agora se posicionam para competir em um mercado mais tecnológico, dinâmico e dependente de dados.
Segundo Mara Paschoaleto, a decisão de migrar deve avaliar não apenas o cenário atual, mas também o futuro da operação, desenhar e seguir um planejamento estratégico. É fundamental fazer a migração para a nuvem por meio de etapas estruturadas, como diagnóstico do ambiente, definição de arquitetura, preparação de dados, testes e acompanhamento. Com essa metodologia, é possível reduzir riscos, aumentar a previsibilidade e acelerar a transformação digital. A SEIDOR, por exemplo, é pioneira na integração do SAP CLOUD ERP com a ferramenta fiscal. Essa união é um diferencial importante para a migração eficiente.
SOBRE A SEIDOR
Reconhecida pela SAP como Parceira Líder em Cloud ERP no Brasil, premiada em categorias como Melhor Parceiro de Vendas Cloud ERP, a SEIDOR consolida sua posição como referência na modernização dos ambientes SAP. A SEIDOR é pioneira na junção do SAP CLOUD ERP com a ferramenta fiscal.
Redação tecflow
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