ALERTA ESPACIAL: Megaerupção no Sol deve atingir a Terra nesta quinta (5); Nasa monitora explosão de classe X8.1

O Sol entrou em um estado de fúria magnética nos últimos dias, e o resultado está prestes a chegar ao nosso planeta. Após uma sequência impressionante de cinco megaerupções de classe X (a mais intensa da escala) em menos de 72 horas, a Nasa e a NOAA confirmaram que uma nuvem de material solar está em rota de colisão com a Terra.

O impacto principal é esperado entre a próxima quinta-feira (5) e sexta-feira (6).

A mancha solar “gigante”

Tudo está acontecendo na região ativa AR 4366, uma mancha solar que possui aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra. Desde o dia 30 de janeiro, essa região tem sido uma verdadeira fábrica de explosões, registrando:

  • 5 erupções de Classe X (Severas)
  • 38 erupções de Classe M (Médias)
  • 21 erupções de Classe C (Pequenas)

A explosão mais preocupante ocorreu no domingo (1º), classificada como X8.1. Para se ter uma ideia, essa é uma das intensidades mais fortes registradas no atual ciclo solar.

O que pode acontecer na Terra?

Embora a previsão inicial seja de impactos de fraca intensidade, tempestades solares dessa magnitude podem interferir em tecnologias críticas. Fique atento a possíveis instabilidades em:

  1. Sinais de GPS e Navegação: Podem apresentar imprecisões temporárias.
  2. Comunicações de Rádio: Especialmente frequências de rádio amador e aviação.
  3. Redes Elétricas: Em casos extremos, podem ocorrer flutuações de voltagem.
  4. Internet e Satélites: Riscos para equipamentos em órbita.

O Lado “Bonito” da Tempestade

Nem tudo é preocupação. O choque das partículas solares com o campo magnético da Terra deve gerar auroras boreais intensas e visíveis em latitudes muito mais baixas do que o comum.

Entenda as classes das explosões

  • Classe X: O topo da cadeia. Severas, podem causar apagões de rádio globais e tempestades de radiação duradouras.
  • Classe M: Médias. Causam breves interrupções de rádio nas regiões polares.
  • Classe C: Pequenas. Quase imperceptíveis para quem está na superfície.

O fenômeno faz parte do pico do ciclo solar de 11 anos, período em que o campo magnético do Sol se inverte e as erupções tornam-se muito mais frequentes e poderosas.

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Redação tecflow

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