Adeus, MacBook Air? Conheça o novo portátil de 16 polegadas que pesa menos e custa metade do preço

O Chuwi CoreBook Air Plus chega ao mercado com corpo em alumínio, processador Ryzen 5 e peso surpreendente de 1350g, desafiando a hegemonia da Apple por apenas 629 €.

Encontrar o equilíbrio perfeito entre um ecrã generoso e um corpo ultraleve costuma ser um privilégio reservado a quem pode pagar os preços astronómicos da Apple ou das linhas premium da Asus. No entanto, a Chuwi parece ter decifrado o código com o lançamento do CoreBook Air Plus, um portátil de 16 polegadas que pesa apenas 1350g. Por um preço de 629 €, menos de metade do valor de um MacBook Air de 15 polegadas, esta máquina Windows promete ser a nova queridinha de estudantes e profissionais que vivem em movimento.

O design é o primeiro ponto que impressiona, apresentando um acabamento em alumínio anodizado na sofisticada cor “Indigo Blue”, que afasta qualquer impressão de produto “barato” ou de baixa qualidade. Ao retirar o dispositivo da caixa, a sensação de leveza é quase surreal para um equipamento deste porte, sendo inclusive mais leve do que a referência da categoria da gigante de Cupertino. É uma construção robusta que prioriza a mobilidade sem sacrificar a estética, oferecendo um teclado retroiluminado com espaçamento generoso e um trackpad honesto para a sua faixa de preço.

Debaixo do capô, o CoreBook Air Plus não brinca em serviço e vem equipado com o processador AMD Ryzen 5 da série 6000, contando com 6 núcleos e 12 threads de processamento. Aliado a 16GB de RAM LPDDR5 a 6400MHz, o portátil voa em tarefas de produtividade, permitindo navegar com dezenas de separadores abertos e editar documentos complexos sem engasgos. Nos testes de benchmark como o Cinebench R23, os resultados mostram uma máquina equilibrada, capaz de entregar um desempenho assertivo para quem utiliza o Windows 11 Pro no dia a dia.

O ecrã IPS de 16 polegadas adota o rácio 16:10, um formato que se tornou o padrão ouro para trabalho por oferecer mais espaço vertical para a leitura de documentos e folhas de cálculo. Embora a resolução de 1920×1200 e os 300 nits de brilho não alcancem a perfeição visual dos ecrãs Retina da concorrência, a experiência é mais do que satisfatória para ambientes interiores. É uma tela funcional e agradável, ideal para longas jornadas de estudo ou trabalho de escritório, embora sofra um pouco quando utilizada sob luz solar direta em esplanadas.

Um dos maiores alívios para o utilizador moderno é a conectividade deste Chuwi, que ignora a tendência irritante de forçar o uso de adaptadores ou “dongles” externos. O portátil inclui duas portas USB-C completas, HDMI 2.1, USB-A e o clássico jack de 3.5mm, permitindo ligar monitores 4K e periféricos simultaneamente sem dificuldades. Esta versatilidade é um diferencial enorme frente aos rivais que oferecem apenas portas limitadas, poupando ao utilizador não só dinheiro em acessórios, mas também a frustração de andar com cabos extra na mochila.

No que toca à autonomia, a bateria de 60Wh suporta carregamento rápido de 65W via USB-C, garantindo cerca de um dia de trabalho moderado longe da tomada ou até 7 horas de streaming contínuo. Um detalhe interessante para quem viaja muito é a compatibilidade de carregamento via powerbank, o que torna o CoreBook Air Plus um companheiro de viagem resiliente. Contudo, utilizadores intensivos que abusem de aplicações pesadas poderão precisar de procurar o carregador um pouco antes do final do expediente, algo comum em ultrabooks desta categoria.

Como nem tudo são rosas num equipamento de 629 €, a Chuwi teve de fazer concessões óbvias em setores menos críticos para a produtividade pura, como o multimédia. As colunas duplas de 2W e a webcam de 2MP cumprem os requisitos mínimos para videochamadas rápidas, mas não espere uma experiência de som imersiva ou uma imagem cristalina em ambientes mal iluminados. Além disso, a placa gráfica integrada AMD Radeon 660M limita o gaming apenas a títulos básicos ou e-sports em definições baixas, deixando claro que esta é uma máquina de trabalho, não de lazer pesado.

O teclado não possui o layout nativo em PT, o que obriga a um período de adaptação ou ao uso de pequenos autocolantes específicos. Apesar deste inconveniente, o facto de o computador vir com o Windows 11 Pro e o pacote Office incluído de origem ajuda a mitigar o esforço inicial de configuração. É um compromisso que muitos estarão dispostos a aceitar em troca de uma poupança que ultrapassa os 600 € em comparação com as marcas de topo.

Em conclusão, o Chuwi CoreBook Air Plus estabelece um novo patamar de valor para quem procura um ultrabook de grande formato sem esvaziar a conta bancária. É a escolha ideal para o estudante universitário ou o profissional móvel que valoriza leveza extrema e um ecrã generoso acima de recursos de luxo como som espacial ou câmeras 4K. Se o seu foco é produtividade, portabilidade e economia, é difícil encontrar uma alternativa no mercado atual que entregue tanto por um preço tão agressivo e competitivo.

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Redação tecflow

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