Xiaomi ataca mercado de entrada e homologa dois novos celulares com bateria “monstruosa” para o Brasil

A Xiaomi está preparando uma ofensiva para dominar as prateleiras brasileiras em 2026. A gigante chinesa acaba de receber o sinal verde da Anatel para comercializar dois novos smartphones que prometem ser os queridinhos de quem busca economia sem abrir mão de autonomia. Os modelos Redmi A7 Pro e Poco C81 passaram pela certificação nacional e já estão liberados para venda em território brasileiro, trazendo especificações que miram diretamente no consumidor que precisa de um aparelho confiável para o dia a dia, com destaque para uma bateria que promete durar muito além do convencional.

Redmi A7 Pro: tela gigante e energia para o dia todo

O grande destaque dessa nova leva é o Redmi A7 Pro, um aparelho que impressiona logo de cara pelo tamanho. Ele chega equipado com uma tela IPS de 6,9 polegadas, ideal para quem consome vídeos e redes sociais, contando ainda com uma taxa de atualização de 120 Hz para garantir fluidez na navegação. Por dentro, o modelo foca no essencial com o processador Unisoc T7250 e opções de armazenamento que chegam a 128 GB. O verdadeiro trunfo, no entanto, está na bateria de 6.000 mAh, uma capacidade raramente vista em aparelhos dessa categoria, garantindo que o usuário passe longe da tomada por muito mais tempo.

Poco C81: o segredo guardado da Xiaomi para os brasileiros

Enquanto o Redmi já é conhecido no exterior, o Poco C81 ainda é cercado de mistérios, mas sua homologação conjunta na Anatel revela que ele deve compartilhar a mesma base robusta de seu “irmão”. Fotos da certificação indicam um design arrojado com pintura em dois tons, mantendo a identidade visual marcante da linha Poco. Ambos os modelos rodam o sistema HyperOS 3, baseado no Android 16, e trazem conectividade 4G estável. Para fechar o pacote, a Xiaomi mantém a tradição de enviar o carregador diretamente na caixa, um item de 15 W que acompanha os dispositivos fabricados na China.

Preço competitivo e disputa acirrada no mercado nacional

Embora a data oficial de lançamento e os preços em reais ainda não tenham sido revelados pela DL, representante da marca no país, o valor praticado na Europa serve como um excelente termômetro. Vendido por cerca de 129 euros na Alemanha, o Redmi A7 Pro custaria em torno de R$ 780 em conversão direta. Com esse posicionamento, a Xiaomi pretende bater de frente com modelos de entrada da concorrência, como a linha Galaxy A da Samsung. Se o histórico da marca se repetir, esses aparelhos devem chegar com promoções agressivas para conquistar o topo da lista de mais vendidos entre os celulares básicos no Brasil.

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