

Uma canetada dos Ministérios da Fazenda e do MDIC reduziu drasticamente as exigências e liberou o acesso a uma bolada bilionária do BNDES. Descubra se a sua empresa tem direito antes que o Congresso derrube o plano!
O cenário econômico global acaba de sofrer uma reviravolta dramática que forçou o governo federal brasileiro a agir em caráter de urgência nesta quarta-feira (3). Com a escalada do temido “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos e as incertezas devastadoras geradas pela guerra no Oriente Médio, uma nova portaria conjunta foi assinada para socorrer imediatamente as empresas nacionais. O que ninguém esperava era o tamanho da facilidade que o governo acaba de liberar.
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A medida altera completamente as regras do prestigiado programa Brasil Soberano 2. Em uma jogada estratégica para salvar o faturamento e proteger a cadeia de suprimentos nacional, os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) decidiram abrir as comportas do crédito.
ATENÇÃO EMPREENDEDOR: A exigência mínima de faturamento bruto decorrente de exportações despencou de 5% para apenas 1%! Isso significa que um mar de pequenas e médias empresas que antes estavam bloqueadas agora podem embolsar o recurso.
Quem realmente tem direito aos bilhões do BNDES?
Se você pensa que essa ajuda é apenas para os gigantes da exportação, você está completamente enganado. A grande jogada oculta nessa nova portaria é que a regra vale tanto para as empresas que vendem diretamente para o exterior quanto para os fornecedores vinculados a essas cadeias produtivas. Ou seja, se o seu negócio fornece insumos ou serviços para uma empresa que exporta, o seu direito ao crédito está garantido.
O objetivo central é permitir que um número massivo de companhias tenha acesso rápido às linhas de financiamento para resistir à crise internacional, que já fez o Ibovespa despencar e o dólar disparar no mercado global.

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O fator Trump e o risco iminente no Congresso Nacional
Embora interlocutores do governo jurem de pé junto que a medida já estava programada e não possui relação direta com as novas ameaças de tarifas que Donald Trump promete aplicar ao Brasil, os bastidores de Brasília fervem. Fontes revelam que o agravamento das tensões comerciais globais é, na verdade, a principal arma do governo para tentar salvar a Medida Provisória (MP) do programa.
Isso porque o projeto enfrenta uma verdadeira “guerra política” no Congresso, entupido de emendas polêmicas, os famosos “jabutis”. O grande medo do setor privado e da equipe econômica é que a MP perca a validade por falta de acordo, o que poderia simplesmente travar e fazer sumir R$ 21 bilhões em créditos do BNDES previstos na iniciativa.
O fantasma do passado assombra o Brasil Soberano
O pânico do mercado financeiro tem fundamento histórico. No ano passado, uma situação idêntica destruiu o “Plano Brasil Soberano 1”. Na época, a enxurrada de alterações inseridas por parlamentares elevou o custo fiscal a níveis insustentáveis, obrigando a equipe econômica a deixar a MP caducar, fazendo com que as empresas perdessem o acesso a R$ 30 bilhões.
Dessa catástrofe anterior, restou uma “sobra” de R$ 5 bilhões, que foi injetada diretamente nesta nova rodada atual. A janela de oportunidade para garantir a sobrevivência do seu negócio e abocanhar uma parte desse recurso está aberta agora, mas com a instabilidade de Brasília e o preço do petróleo subindo no mundo, ninguém sabe até quando esses bilhões estarão disponíveis.
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Redação tecflow
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