

A SoftwareOne, companhia líder na aplicação de tecnologias e soluções de software, foi eleita pela Amazon Web Services (AWS) a melhor parceira para o setor público da América Latina em 2025. A escolha foi definida por dois projetos de educação no Brasil que migraram dados para a nuvem e utilizaram a inteligência artificial para legendar aulas, descrever conteúdo e apoiar professores e alunos.
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Os projetos foram desenvolvidos com a Universidade Tiradentes, grupo privado de ensino superior, e com as escolas da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), entre elas SESI, SENAI e IEL. Em ambos, a migração para o ambiente AWS veio acompanhada de aplicações de inteligência artificial.
De acordo com o Diretor de Serviços AWS da SoftwareOne Brasil, Cleyton Leal, a camada de complexidade foi o que destacou as parcerias globalmente. “Não foram projetos simples, em que se pega um workload do que estava on-premises e se traz para a nuvem. Foram projetos em que entregamos ao cliente a inovação e a própria capacidade de inovar”, comenta. Segundo o executivo, a disputa reuniu parceiros de diversos setores em toda a América Latina. “Ainda assim, nossos projetos de educação no Brasil foram apontados pela AWS como os mais impactantes da região”, explica.
Da migração à sala de aula
A parceria com a FIEG nasceu de um edital vencido pela SoftwareOne, que encontrou uma federação operando com infraestrutura totalmente on-premises e, por isso, sobrecarregada com a gestão constante de servidores, backup e rede. Diante do prazo de três meses para migrar todo o ambiente para a nuvem AWS, em projetos que costumam levar até oito, a SoftwareOne conduziu dois meses de estudo e quinze dias de planejamento antes de executar a migração em um único fim de semana, dentro do cronograma definido.
Concluída a migração, a FIEG passou a aplicar inteligência artificial no ensino por meio de ferramentas capazes de interpretar áudio, texto e imagem, que geraram audiodescrição dos conteúdos acadêmicos e legenda automática das aulas, tanto ao vivo quanto gravadas, ampliando a acessibilidade para alunos com deficiência visual e auditiva que estudam a distância, num material que antes era adaptado manualmente e obrigava os estudantes a aguardar a versão acessível.

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A federação adotou, ainda, assistentes construídos a partir do próprio acervo da instituição, sendo um deles voltado ao professor, com apoio no planejamento de aulas e na correção de provas e dissertações conforme parâmetros definidos pela escola, e outro voltado ao aluno, que acompanha o desempenho e sugere conteúdos e exercícios de reforço de acordo com os resultados.
Já na Universidade Tiradentes, a migração para a nuvem AWS abriu caminho para o Tiradentes Innovation Center e, posteriormente, para o Tiradentes Tech Park, espaços em que os estudantes utilizam ferramentas como a Alexa para aprender programação e desenvolver seus próprios agentes de IA, em uma parceria que avançou para frentes de educação e pesquisa, com profissionais da SoftwareOne alocados no apoio às iniciativas.
Segundo Leal, os ganhos não se restringiram à inovação. “Todos esses projetos trouxeram eficiência de custo para o cliente. Não que esse fosse o principal objetivo, mas, com a redução, ele pôde tirar carga operacional e investir no que realmente faz sentido, que é trabalhar a inovação para o negócio”, afirma o diretor.
Na visão do executivo, o reconhecimento da SoftwareOne na premiação da AWS demonstra que o mercado está ciente da necessidade de novas maneiras de unir IA e a educação. “Enxergamos isso como o início de uma revolução, usando a inteligência artificial no modelo em que ela deve ser usada. Não é o modelo em que você pergunta à ferramenta, recebe a resposta pronta e a cópia. É um assistente que olha todo o material da própria instituição, ajuda o professor a planejar aulas e corrigir provas e mostra ao aluno onde ele precisa reforçar”, comenta o executivo. Segundo ele, a lógica é de apoio ao estudo. “Pensamos em um assistente que ajude o aluno a aprender, não que aprenda por ele”, explica.
A empresa agora leva o que desenvolveu nessas duas instituições para outros sistemas de ensino ligados a federações de indústrias e sindicatos patronais.
Expectativa para as próximas premiações
A expectativa da companhia é de manter a agilidade na implementação das tecnologias para que os novos cases sejam divulgados ao público até dezembro, quando a premiação acontece.
Recentemente, a SoftwareOne foi reconhecida, também, como líder em satisfação do cliente pelo levantamento Gartner® Peer Insights Voice of the Customer, que avalia a relação de fornecedores de tecnologia com seus compradores a nível global. De acordo com o documento, 100% dos clientes da empresa afirmam que a companhia os ajuda a tomar melhores decisões relacionadas à TI e recomendariam os serviços.
Segundo Leal, a expansão segue por duas frentes. “Continuamos desenvolvendo a inovação junto dos clientes de base, como na ampliação dos laboratórios da Universidade Tiradentes, e levamos esses mesmos projetos para instituições parecidas, como as federações de indústrias”, afirma o diretor.
A SoftwareOne, companhia líder na aplicação de tecnologias e soluções de software, foi eleita pela Amazon Web Services (AWS) a melhor parceira para o setor público da América Latina em 2025. A escolha foi definida por dois projetos de educação no Brasil que migraram dados para a nuvem e utilizaram a inteligência artificial para legendar aulas, descrever conteúdo e apoiar professores e alunos.
Os projetos foram desenvolvidos com a Universidade Tiradentes, grupo privado de ensino superior, e com as escolas da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), entre elas SESI, SENAI e IEL. Em ambos, a migração para o ambiente AWS veio acompanhada de aplicações de inteligência artificial.
De acordo com o Diretor de Serviços AWS da SoftwareOne Brasil, Cleyton Leal, a camada de complexidade foi o que destacou as parcerias globalmente. “Não foram projetos simples, em que se pega um workload do que estava on-premises e se traz para a nuvem. Foram projetos em que entregamos ao cliente a inovação e a própria capacidade de inovar”, comenta. Segundo o executivo, a disputa reuniu parceiros de diversos setores em toda a América Latina. “Ainda assim, nossos projetos de educação no Brasil foram apontados pela AWS como os mais impactantes da região”, explica.
Da migração à sala de aula
A parceria com a FIEG nasceu de um edital vencido pela SoftwareOne, que encontrou uma federação operando com infraestrutura totalmente on-premises e, por isso, sobrecarregada com a gestão constante de servidores, backup e rede. Diante do prazo de três meses para migrar todo o ambiente para a nuvem AWS, em projetos que costumam levar até oito, a SoftwareOne conduziu dois meses de estudo e quinze dias de planejamento antes de executar a migração em um único fim de semana, dentro do cronograma definido.
Concluída a migração, a FIEG passou a aplicar inteligência artificial no ensino por meio de ferramentas capazes de interpretar áudio, texto e imagem, que geraram audiodescrição dos conteúdos acadêmicos e legenda automática das aulas, tanto ao vivo quanto gravadas, ampliando a acessibilidade para alunos com deficiência visual e auditiva que estudam a distância, num material que antes era adaptado manualmente e obrigava os estudantes a aguardar a versão acessível.
A federação adotou, ainda, assistentes construídos a partir do próprio acervo da instituição, sendo um deles voltado ao professor, com apoio no planejamento de aulas e na correção de provas e dissertações conforme parâmetros definidos pela escola, e outro voltado ao aluno, que acompanha o desempenho e sugere conteúdos e exercícios de reforço de acordo com os resultados.
Já na Universidade Tiradentes, a migração para a nuvem AWS abriu caminho para o Tiradentes Innovation Center e, posteriormente, para o Tiradentes Tech Park, espaços em que os estudantes utilizam ferramentas como a Alexa para aprender programação e desenvolver seus próprios agentes de IA, em uma parceria que avançou para frentes de educação e pesquisa, com profissionais da SoftwareOne alocados no apoio às iniciativas.
Segundo Leal, os ganhos não se restringiram à inovação. “Todos esses projetos trouxeram eficiência de custo para o cliente. Não que esse fosse o principal objetivo, mas, com a redução, ele pôde tirar carga operacional e investir no que realmente faz sentido, que é trabalhar a inovação para o negócio”, afirma o diretor.
Na visão do executivo, o reconhecimento da SoftwareOne na premiação da AWS demonstra que o mercado está ciente da necessidade de novas maneiras de unir IA e a educação. “Enxergamos isso como o início de uma revolução, usando a inteligência artificial no modelo em que ela deve ser usada. Não é o modelo em que você pergunta à ferramenta, recebe a resposta pronta e a cópia. É um assistente que olha todo o material da própria instituição, ajuda o professor a planejar aulas e corrigir provas e mostra ao aluno onde ele precisa reforçar”, comenta o executivo. Segundo ele, a lógica é de apoio ao estudo. “Pensamos em um assistente que ajude o aluno a aprender, não que aprenda por ele”, explica.
A empresa agora leva o que desenvolveu nessas duas instituições para outros sistemas de ensino ligados a federações de indústrias e sindicatos patronais.
Expectativa para as próximas premiações
A expectativa da companhia é de manter a agilidade na implementação das tecnologias para que os novos cases sejam divulgados ao público até dezembro, quando a premiação acontece.
Recentemente, a SoftwareOne foi reconhecida, também, como líder em satisfação do cliente pelo levantamento Gartner® Peer Insights Voice of the Customer,que avalia a relação de fornecedores de tecnologia com seus compradores a nível global. De acordo com o documento, 100% dos clientes da empresa afirmam que a companhia os ajuda a tomar melhores decisões relacionadas à TI e recomendariam os serviços.
Segundo Leal, a expansão segue por duas frentes. “Continuamos desenvolvendo a inovação junto dos clientes de base, como na ampliação dos laboratórios da Universidade Tiradentes, e levamos esses mesmos projetos para instituições parecidas, como as federações de indústrias”, afirma o diretor.
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Redação tecflow
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