

O aguardado iPhone 17, que chega oficialmente ao Brasil nesta semana, já chama atenção por um motivo nada positivo: seu preço no mercado nacional. De acordo com levantamento de uma plataforma especializada em valores de smartphones da Apple ao redor do mundo, o modelo brasileiro é o segundo mais caro do planeta, ficando atrás apenas da Turquia.
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Com preço inicial de R$ 7.999 (equivalente a US$ 1.494), o iPhone 17 brasileiro supera países europeus como Noruega, Hungria, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Portugal, todos com valores acima de US$ 1.000. Na Turquia, o mesmo aparelho chega a impressionantes US$ 1.887.
Nos Estados Unidos, onde o iPhone 17 custa US$ 799 (~R$ 4.271), a diferença é ainda mais gritante: o modelo brasileiro sai 85% mais caro. Esse abismo de preços se explica por uma combinação de fatores, incluindo a alta carga tributária, os custos de importação e o chamado “dólar Apple”, que tradicionalmente eleva os valores praticados no país.

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Ranking dos países com iPhone 17 mais caro em 2025
- Turquia – US$ 1.887
- Brasil – US$ 1.494 (R$ 7.999)
- Noruega – acima de US$ 1.300
- Hungria – acima de US$ 1.200
- Suécia – cerca de US$ 1.200
- Dinamarca – acima de US$ 1.100
- Finlândia – valores acima de US$ 1.100
- Portugal – acima de US$ 1.000
Preços oficiais no Brasil (linha iPhone 17)
- iPhone 17 – R$ 7.999 (~US$ 1.494)
- iPhone Air – R$ 10.499 (~US$ 1.964)
- iPhone 17 Pro – R$ 11.499 (~US$ 2.150)
- iPhone 17 Pro Max – R$ 12.499 (~US$ 2.337)
Preços oficiais nos Estados Unidos
- iPhone 17 – US$ 799 (~R$ 4.271)
- iPhone Air – US$ 999 (~R$ 5.342)
- iPhone 17 Pro – US$ 1.099 (~R$ 5.875)
- iPhone 17 Pro Max – US$ 1.199 (~R$ 6.410)
Por que os iPhones são tão caros no Brasil?
O Brasil tem historicamente alguns dos preços mais altos do mundo para produtos da Apple. Além da taxa de câmbio desfavorável, os impostos de importação e o chamado “custo Brasil” encarecem a chegada de smartphones ao consumidor final.
Especialistas apontam que, apesar da presença oficial da Apple no país, a empresa adota uma estratégia de precificação que considera margens elevadas e o famoso “dólar Apple”, que já supera R$ 10. O resultado é que os iPhones são considerados itens de luxo, acessíveis apenas por meio de parcelamentos longos ou promoções ocasionais no varejo.
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Redação tecflow
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