América do Sul vira o epicentro mundial dos ciberataques em 2026; Brasil é o alvo principal

Dados revelados pelo Compromise Report 2026 mostram que cibercriminosos abandonaram a “força bruta” por táticas silenciosas e fatais. Sua empresa está preparada para o que vem pela frente?

Se você acha que a segurança digital da sua empresa está em dia, talvez seja hora de repensar. Um levantamento explosivo da Lumu, empresa global de cibersegurança, acaba de revelar que a América do Sul foi a região que registrou o crescimento mais agressivo em ataques cibernéticos em 2025. O alvo? Infraestruturas críticas e serviços governamentais, com o Brasil ocupando o topo da lista de prioridades dos criminosos.

O inimigo já está dentro da sua rede

Esqueça os ataques “ruidosos” que disparavam alarmes por todos os lados. O Compromise Report 2026 aponta uma mudança estratégica assustadora: os invasores agora operam de forma silenciosa, lenta e invisível. Eles dominaram a arte de se camuflar em ferramentas legítimas e ruídos de rede, tornando quase impossível a detecção pelos métodos tradicionais.

“Não procuramos mais o inimigo no portão; temos que presumir que ele já está dentro”, afirma Ricardo Villadiego, fundador e CEO da Lumu.

Por que o Brasil está na mira?

A rápida digitalização do setor bancário, sem que as medidas de segurança acompanhassem o mesmo ritmo, criou um terreno fértil para fraudes financeiras massivas. O relatório destaca os setores mais atacados na região:

  1. Telecomunicações: 22,1% das ocorrências.
  2. Governo: 17,5%.
  3. Educação: 15,3%.
  4. Serviços Financeiros: 14,5%.
  5. Serviços Profissionais: 6,5%.

As 4 tendências que vão tirar o seu sono em 2026

O relatório de 2026 desmascara a anatomia das novas ameaças, detalhando como ferramentas que usamos no dia a dia foram transformadas em armas:

  • Anonimizadores: O uso de Tor e VPNs privadas continua sendo a tática número 1 para esconder rastros.
  • Droppers de elite: Ferramentas legítimas de marketing, como o Keitaro, estão sendo armadas para injetar malware com precisão cirúrgica.
  • Ladrões de credenciais: Mesmo com a queda de grandes grupos, o surgimento de novos stealers como o MagentoCore e o Ramnit mantém o risco financeiro em níveis recordes.
  • Ransomware 2.0: O cenário foi dominado por grupos fragmentados, com o DeathRansom liderando a lista de ameaças que priorizam a exfiltração de dados sensíveis.

O plano de batalha para os próximos meses

A mensagem da Lumu para líderes de TI e segurança é clara: a detecção reativa morreu. “Os atacantes estão menos preocupados em executar código destrutivo imediatamente e mais focados em manter uma conexão persistente e silenciosa”, alerta o relatório.

A recomendação urgente é o monitoramento persistente e a análise comportamental de rede. A era da “segurança no portão” acabou; o desafio agora é caçar a ameaça que já circula dentro do seu Active Directory.

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Redação tecflow

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