
Créditos da imagem: NASA, ESA, CSA, Steve Finkelstein (UT Austin), Micaela Bagley (UT Austin), Rebecca Larson (UT Austin)
Pesquisadores descobriram o buraco negro supermassivo ativo mais distante até hoje com o Telescópio Espacial James Webb. A galáxia CEERS 1019 existiu pouco mais de 570 milhões de anos após o big bang, e seu buraco negro é menos massivo do que qualquer outro já identificado no início do universo. Além disso, outros dois buracos negros menores foram detectados, que existiram 1 e 1,1 bilhão de anos após o big bang.
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O Webb também identificou onze galáxias que existiam quando o universo tinha entre 470 e 675 milhões de anos. Essas descobertas foram possíveis graças à pesquisa CEERS, liderada por Steven Finkelstein, da Universidade do Texas em Austin. A pesquisa combina imagens detalhadas em infravermelho próximo e médio do Webb com dados espectrais para fazer essas descobertas.
O buraco negro dentro da galáxia CEERS 1019 é menos massivo do que outros buracos negros supermassivos identificados anteriormente no início do universo. Com cerca de 9 milhões de massas solares, ele é semelhante ao buraco negro no centro de nossa galáxia, a Via Láctea. Esses buracos negros menores são mais difíceis de detectar, pois são menos brilhantes do que os gigantes mais massivos. A pesquisa CEERS forneceu dados precisos sobre esses buracos negros, incluindo informações sobre as linhas espectrais, a quantidade de gás ingerido e a taxa de formação estelar das galáxias hospedeiras.

Créditos da imagem: NASA, ESA, CSA, Steve Finkelstein (UT Austin), Micaela Bagley (UT Austin), Rebecca Larson (UT Austin)
Além disso, o Webb identificou mais dois buracos negros em galáxias distantes: um na galáxia CEERS 2782, existindo 1,1 bilhão de anos após o big bang, e outro na galáxia CEERS 746, existindo 1 bilhão de anos após o big bang. Esses buracos negros também são menores em massa, com cerca de 10 milhões de vezes a massa do Sol. Essas descobertas desafiam teorias anteriores e sugerem que buracos negros de menor massa podem estar amplamente distribuídos no início do universo, aguardando descoberta.
Essas descobertas são apenas o começo da pesquisa CEERS, que promete explorar mais sobre buracos negros e galáxias distantes.

Créditos da imagem: NASA, ESA, CSA, Steve Finkelstein (UT Austin), Micaela Bagley (UT Austin), Rebecca Larson (UT Austin)
O Telescópio Espacial James Webb é uma poderosa ferramenta para investigar objetos no início do universo, proporcionando dados detalhados e permitindo medições precisas. No futuro, os dados do Webb podem ajudar a elucidar a formação e evolução dos buracos negros nas fases iniciais da história cósmica.
Fonte: NASA
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Rafael Oliveira
Rafael de Oliveira é um profissional apaixonado por tecnologia e um entusiasta do mercado B2C, tendo um perfil dedicado a cobrir as últimas tendências do setor no site Tecflow. Fora do mundo corporativo, Rafael é um colecionador de discos e dedica seu tempo livre a criar beats usando o software Fruit Loops.


