
Por Guilherme Marcial, diretor comercial e marketing da Teletex
Há muito tempo a segurança da informação deixou de ser uma preocupação exclusiva da área de TI e passou a ocupar um espaço estratégico nas decisões de negócios — especialmente junto às organizações públicas e privadas que operam em setores críticos e/ou lidam com grandes volumes de dados. Nesse contexto, monitorar a rede, a infraestrutura e o ambiente tecnológico se tornou procedimento primário. Um dos instrumentos para essa finalidade é o Centro de Operações de Segurança (SOC) que visa a proteção contínua em tempo integral do ambiente de rede, o qual pode ter a estrutura internalizada, terceirizada e gerida remotamente, ou ainda ser implementada de forma híbrida.
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A partir do SOC especialistas monitoram, analisam e conseguem responder às ameaças em tempo ágil uma vez que a equipe gerencia o ambiente 24×7, identificando comportamentos suspeitos, respondendo a incidentes e gerando visibilidade sobre os riscos que podem comprometer as operações. Ainda, com o monitoramento contínuo fica mais simples cumprir exigências de governança, atendendo a demandas de setores altamente regulados como financeiro, saúde, jurídico e varejo.
Segundo a IDC, o mercado de serviços gerenciados de segurança na América Latina crescerá acima de 10% ao ano até 2027. No Brasil, esse movimento é impulsionado pela digitalização acelerada e pelo aumento do número de ataques cibernéticos. Não por acaso, cada vez mais organizações governamentais e privadas estão buscando alternativas para proteger suas operações e manter a continuidade de suas operações.

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Mas deve haver integração das plataformas de segurança, pois silos de proteção isolados não conseguem cumprir seu objetivo maior de mitigar os riscos. Nesse sentido, a integração do SOC com firewalls, soluções de EDRs (Endpoint Detection and Response), SIEM (Security Information and Event Management) e segurança em nuvem, compõe um ambiente mais protegido e capaz de identificar ameaças e antecipar riscos.
Ainda, de acordo com a literatura técnica, o elemento humano é reconhecido como o elo mais fraco na segurança cibernética. Apesar dos avanços tecnológicos em sistemas de defesa, a vulnerabilidade humana continua a ser explorada por agentes mal-intencionados. Erros como senhas fracas, a falta de verificação de anexos de e-mail, sites e o compartilhamento de informações sensíveis, são frequentemente brechas para ataques – os quais podem resultar em perdas financeiras substanciais, danos à reputação e comprometimento de informações confidenciais. Além disso, os ataques que exploram o fator humano, como phishing e engenharia social, estão se tornando cada vez mais sofisticados e difíceis de detectar.
Preservar o ambiente virtual é um desafio complexo que exige uma abordagem abrangente e integrada. É preciso controlar as infraestruturas digitais, os dados e as operações, protegendo-os contra ameaças externas e internas. Para alcançar esse objetivo, é essencial adotar políticas de segurança cibernética robustas, investir em tecnologias avançadas e promover a capacitação interna de forma contínua e a colaboração com demais players do mercado com os mesmos objetivos de proteção e demandas de segurança similares.
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Redação tecflow
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