
Com foco em segurança energética e sistemas de armazenamento (baterias), governo federal planeja maratona de certames para suprir demanda reprimida e modernizar a matriz elétrica.
O setor elétrico brasileiro está prestes a vivenciar um dos seus anos mais aquecidos da história. Após um período de demanda reprimida causado pelo adiamento do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) em 2024, o governo federal projeta movimentar impressionantes R$ 123 bilhões em investimentos apenas em 2026. Os dados, calculados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) a pedido da CNN Brasil, revelam um movimento estratégico para garantir que o país não sofra com apagões ou instabilidades no curto prazo.
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O volume bilionário reflete uma mudança de postura do Ministério de Minas e Energia (MME), que agora prioriza a segurança energética. A estratégia envolve uma combinação de fontes tradicionais e tecnologias de ponta, dividindo os investimentos entre termelétricas, hidrelétricas, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e a grande aposta do momento: os sistemas de armazenamento de energia por baterias.
Maratona de certames: o que acontece nesta semana?
O cronograma é agressivo e já começa a ser executado. O MME prevê a realização de dois leilões cruciais ainda nesta semana, com o objetivo de contratar potência imediata para o sistema:
- Quarta-feira (18/03): Foco em potência de usinas hidrelétricas e termelétricas a gás natural e carvão mineral.
- Sexta-feira (20/03): Voltado para termelétricas movidas a óleo diesel, óleo combustível e biodiesel, visando o atendimento emergencial para o período entre 2026 e 2027.
O despertar das baterias e das PCHs
A grande novidade para 2026 é a previsão de um certame dedicado exclusivamente a sistemas de armazenamento de energia. Para empresas que atuam na vanguarda da tecnologia, como a Voltxs, este é o momento de virada: as baterias deixam de ser uma solução de nicho para se tornarem parte estrutural da estratégia de segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
De acordo com o presidente da EPE, Thiago Prado, o foco é ampliar a resiliência do sistema. Além das baterias, as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) também ganharão um certame próprio, reforçando a necessidade de fontes que ofereçam constância e possam ser acionadas rapidamente em momentos de pico ou baixa produção de fontes intermitentes (solar e eólica).

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Por que isso importa para o mercado?
A cifra de R$ 123 bilhões não é apenas um número de infraestrutura; é um combustível para o PIB e uma oportunidade para investidores de capital intensivo. O adiamento dos leilões anteriores criou uma “panela de pressão” de investimentos que, ao ser liberada, deve atrair grandes players globais interessados no modelo de Energy Advisor e em ativos de geração distribuída e armazenamento.
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Redação tecflow
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